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De Amnistia a Anistia

publicado em 13/02/2010


Em sua secular tradição de rebeldia o Brasil viu ocorrer em seu solo mobilizações em defesa dos direitos dos brasileiros e da sua ampliação, bem como da instauração de uma ordem democrática republicana. A estas lutas, seguidas freqüentemente por intensa repressão, sucedem-se os atos de anistia, que são também sintomáticas evidências do avanço de tais lutas. Desde a sua Independência, em 1822, até 1979 o ato de anistiar foi praticado com grande freqüência no Brasil. Neste período de 157 anos foram promulgados 131 atos legais. Desse total, 36 ocorreram durante a Monarquia (1822 a 1889) e os restantes 95 ocorreram na República, de 1889 em diante. Em sua grande maioria estes atos envolveram perdão àqueles que, por alguma forma, por atos e/ou palavras, resistiram e defenderam suas idéias políticas.

 

 

Na Revolta da Chibata: João Cândido (o 3º, da esq. p/ dir.) e os marinheiros revoltados de 1910

 

Os “tenentes”: Líderes da Coluna Prestes [Luiz Carlos Prestes (4º, da esq. p/ dir.), Miguel Costa (6º) e Juarez Távora (7º)] e civis no interior de Goiás em 1925

 

O líder da revolta comunista de 1935, Luiz Carlos Prestes, ao ser libertado pela anistia de abril de 1945

 

 

 

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