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Entre duas ditaduras

publicado em 13/02/2010

 

No Brasil, a partir de 1945, com o fim da ditadura do chamado “Estado Novo” iniciou-se um contraditório processo de construção de um Estado no qual as grandes massas das cidades e do campo começaram a ser lentamente integradas e a ocupar diversos e novos espaços. Este movimento provocou um acirramento das contradições entre alternativas populares e conservadoras. Tais discrepâncias chegaram ao seu ápice em 31 de março de 1964: setores conservadores, com seus privilégios fundados na concentração de renda e de propriedade fundiária e subordinados aos interesses do grande capitalismo norte-americano, em conluio com segmentos igualmente retrógrados das Forças Armadas brasileiras impregnados pelos conceitos da chamada “Guerra Fria”, desencadearam um golpe de Estado que derrubou o governo legalmente constituído do Presidente João Goulart.
 

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O célebre comício da Central do Brasil de João Goulart, ao lado da charmosa mulher Maria Tereza, em que o presidente ataca as forças conservadoras do país. [Retirado do livro de José Maria Rabêlo e Thereza Rabêlo. Diáspora – Os longos caminhos do exílio. São Paulo: Geração Editorial, 2001]
 

Capa da revista Edição Extra, 11/04/1964

 

“Surgiram de repente, e de repente sumiram, com a vitória do movimento”. Reportagem revela o apoio popular ao governador Carlos Lacerda que atuou junto com a polícia militar e com o exército para manter a ordem no Rio de Janeiro durante os primeiros instantes do golpe militar. [Fatos e Fotos, 04/04/1964]
 

Retratos dos homens do golpe militar. [Fatos e Fotos, 04/04/1964]

 

Nos primeiros instantes do golpe militar, três tanques dirigiram-se ao Palácio da Guanabara em solidariedade ao governador Carlos Lacerda. [Fatos e Fotos, 04/04/1964]
 

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