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A mobilização pela Anistia

publicado em 13/02/2010

 

No bojo das mobilizações de meados dos anos 1970 a bandeira da anistia ampla geral e irrestrita aos presos, cassados, banidos, exilados e perseguidos políticos ganhou amplitude social e política em todo o Brasil. Surgem organizações voltadas para esta causa, e que tinham o apoio da Igreja e de instituições como a OAB e a ABI, que se multiplicam pelo país e que, por força de sua atuação na divulgação de sua causa e pelas denúncias que disseminam pela sociedade, acabam tendo suas bandeiras incluídas nas plataformas de luta de todas os movimentos sociais e dos mais diversos segmentos sociais, políticos e artísticos. A mobilização provocada pela divulgação dos nomes dos “desaparecidos”, as demandas por seus paradeiros, as denúncias sobre as torturas, sobre a situação dos presos políticos, a divulgação dos nomes dos torturadores, além do apoio de entidades internacionais de defesa dos direitos humanos impôs a questão da anistia à ditadura militar.

 

Gerald Thomas, membro da Anistia Internacional em novembro de 1978 [Ennio Brauns/Acervo Em Tempo/CSBH]

 

1984

 

Panfleto do Comité Pró-Aministia Geral no Brasil de Portugal, pedindo o repatriamento de dois cidadãos portugueses presos no Brasil: José Duarte e Alípio de Freitas

 

Capa do Caderno da Anistia, impresso pela União Estadual dos Estudantes de São Paulo em julho de 1979

 

1995

 

Tese apresentada pelo Movimento Negro Unificado no 1º Congresso Nacional pela Anistia em 02 de outubro de 1978

 

Tese apresentada pelo Movimento Negro Unificado no 1º Congresso Nacional pela Anistia em 02 de outubro de 1978

 

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