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Concessão não é privatização

publicado em 14/02/2012

Por Walter Pinheiro
Fonte

Portal PT - 14/2/2012

Fonte: 
<p>Portal PT - 14/2/2012</p>
Por: 
Walter Pinheiro

A insistência no uso do termo privatização tem por objetivo levar o PT para a vala comum de quem, no governo FHC, vendeu o patrimônio nacional

Até as pedras sabem que a concessão das operações dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília nada tem a ver com privatização.

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Comentários (4)

01
15/12/2011 - 21:59

Temos as denúncias documentadas de Amaury Ribeiro jr e o silencio constrangedor da direção do PT.A pouco ouvi a covardia de Vaccarezza dizendo que o governo não irá olhar pelo retrovisor em relação a cpi das privatizações tucanas.Esta cada dia mais difícil ser petista e defender nas ruas o partido.É lamentavel que certas peçonhas tenham vez e voz dentro do PT e do governo seres que assim como a midiazinha e o p$db trabalham contra os interesses do povo Brasileiro. Vaccarezza rui falcão cardozo paulo bernardo...eu e minha família faremos campanha contra estes inimigos da pátria traidores de nossos ideais.

02
15/12/2011 - 20:30

E, como parece que não aprendemos nada, o governo vai entregar de bandeja os aeroportos mais caros do país pros tubarões. Acho que temos que lançar uma campanha pelos blogs e nas ruas para radicalizar as ações contra mais esse desmonte do que foi construído e pago pelo povo. No mínimo, um plebiscito para decidir sobre o tema. Um verdadeiro absurdo isso acontecer no momento em que nos armamos para desvendar as negociatas das privatizações. Parece que o tema é um boi de piranha. Roemos esse osso e o governo entrega outra boiada ao capital. Logo agora que o povo começa a se utilizar dessa infraestrutura tão cara e que sempre foi destinada a atender aos ricos. Acorda Brasil, acorda PT !!

03
15/12/2011 - 17:00

O mais incrível nessa história é o PT ser favorável à privatização das telecomunicações - conforme ouvi Paulo Bernardo afirmar no 3 a 1, e já li no blog, José Dirceu fazer a mesma afirmação - um setor estratégico. Nenhum país desenvolvido faria isso, segundo Bresser Pereira. Boaventura de Sousa Santos pensa como Bresser e a parte do povo brasileiro que sabe a importância do setor. Do mesmo modo agora os aeroportos. Só de ter terceirizado o controle de entrada de estrangeiro os resultados estão aí. Um número imenso de trabalhadores entrando ilegalmente no Brasil. Parece que o governo do PT não está tomando conta muito bem do nosso país e de nós, povo brasileiro. É preocupante. O PT não era contra privatizações, não fez campanhas - inclusive a de Lula em 2006, foi graças a esse mote anti-privatização que voltou a crescer no 2ºturno - agora muda de opinião e faz cara de paisagem? O PT precisa se posicionar em relação a essas questões! Tem compromissos com a população brasileira!

04
20/12/2011 - 16:56

Somente com a privatização das empresas de telecomunicações, a União recebeu, em uma década, R$ 330 bilhões a título de impostos sobre serviços de telecomunicações. O setor tem a alíquota mais alta do mundo, 43%. A União arrecadou ainda R$ 32 bilhões dos fundos de universalização (Fust), de fiscalização (Fistel) e de tecnologia de telecomunicações (Funttel).
A CHINA QUE É A CHINA JÁ PRIVATIZOU 70% DE SUA ECONOMIA, SEGUIU A
RISCA O FMI, E DEU NO QUE,SE TORNOU A SEGUNDA POTENCIA MUNDIAL JÁ A PETROBRAS ESTÁ NOS CASCOS,DEVE MAIS DE 100 BILHÕES NO MERCADO,NÃO TEM DINHEIRO PARA INVESTIR NO PREŚAL,JA SE CAPITALIZOU COM MAIS DE 100 BIL,USOU DINHEIRO DO BNDES, E NADA ADIANTOU, POIS ESTATAL SO SERVE PARA CABIDE DE EMPREGO!!
ESSA DE ESTATAL, SÓ PARA QUEM NÃO TEM NOÇÃO QUE POLÍTICO SO VISA SEU LINDO BOLSO, E O POVO QUE SE DANE!!



 

Dois pesos e duas medidas da velha mídia

publicado em 15/12/2011

Por Messias Pontes
Fonte

Portal Vermelho - 15/12/2011

Fonte: 
<p>Portal Vermelho - 15/12/2011</p>
Por: 
Messias Pontes

O processo de entrega do patrimônio do povo brasileiro iniciado por Fernando Collor de Mello (1990-1992) e aprofundado pelo outro Fernando, o Coisa Ruim (1995-2002), que os traíras neoliberais comandados pelos tucano-pefelistas (hoje demotucanato) chamam de privatização, e que o jornalista Elio Gaspari muito bem batizou de privataria (hoje não faria mais), foi muito bem mostrado pelos jornalistas Aloysio Biondi (morto em julho de 2000) com os seus dois volumes de Compartilhe |

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Privatizações

publicado em 16/05/2011

Por Roberto Saturnino Braga
Por: 
Roberto Saturnino Braga

 O Tribunal de Contas da União está contestando a lucratividade excessiva das concessionárias de estradas de rodagem, ao redor de 20% acima da inflação, e discutindo como proceder a uma revisão dos respectivos contratos. O caso revela o que é evidente: as privatizações, quase sempre, melhoram a qualidade de um lado e encarecem fortemente os serviços de outro.

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Detalhes do Livro

Brasil privatizado, O: Edição Especial
Autores: BIONDI, Aloysio
Sinopse:

Uma homenagem à grande figura humana e ao grande jornalista que foi Aloysio Biondi, este volume reúne os dois livros de sua autoria sobre as privatizações. Além disso, traz uma série de textos sobre o papel desempenhado por Aloysio Biondi na imprensa brasileira, e um caderno especial com charges sobre as privatizações.

Clique aqui para comprar

Dados Técnicos

ISBN:2147483647

Páginas:208

Ano:2001

Edição:1

Idioma:português

Peso:400



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A produção e o impacto de "O Brasil Privatizado", de Aloysio Biondi

publicado em 30/08/2010

O editor Flamairon Maués conta em artigo como foi o processo de produção e o impacto do livro O Brasil privatizado: um balanço do desmonte do Estado, de Aloysio Biondi.

Em menos de três meses, o livro estava escrito. Biondi, avesso às modernidades, datilografava os textos e os enviava por fax para a Editora Fundação Perseu Abramo.
 




 

Biondi e o livro que desnudou as privatizações

publicado em 30/08/2010

Por Flamarion Maués
Fonte: 
<p><a href="http://www.rodrigovianna.com.br/colunas/livros-e-historia/aloysio-biondi-e-o-livro-que-desnudou-as-privatizacoes.html">Blog Escrevinhador, em 30/8/2010</a></p>
Por: 
Flamarion Maués

Em julho passado completaram-se dez anos da morte de Aloysio Biondi, certamente um dos mais importantes jornalistas que o Brasil teve, atuante dos anos 1960 até 2000, quase sempre na área de economia.

Conheci o Aloysio por conta do livro o Brasil privatizado: um balanço do desmonte do Estado – o único que ele publicou em vida. Fui o editor do livro, e vou, nesta coluna, contar um pouco do que lembro dessa experiência e, sem maiores pretensões, prestar minha homenagem ao Aloysio.

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O fim da estória

publicado em 10/12/2008

Por Ricardo Berzoini e Paulo Ferreira
Por: 
Ricardo Berzoini e Paulo Ferreira

Duas pequenas declarações de nossa autoria, publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo na edição de segunda-feira (8), provocaram surpreendente reação dos partidos oposicionistas e de seus porta-vozes na grande imprensa. Nossas frases, juntas, mal somavam cinco linhas. Para respondê-las, o Estado Maior da direita brasileira produziu um editorial com 727 palavras, um artigo com outras 823 e uma nota conjunta (assinada pelos presidentes do PSDB, do DEM e do PPS) com mais 284.

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Debate sobre privatizações homenageia Aloysio Biondi

publicado em 13/10/2006

Fundação Perseu Abramo realiza o debate “Não às Privatizações: Brasil rumo ao pós-neoliberalismo”, dia 17 de outubro, em parceria com a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e o Sindicato dos Bancários de Brasília.

A Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e o Sindicato dos Bancários de Brasília, realiza na próxima terça-feira, dia 17 de outubro, um debate sob o tema “Não às Privatizações: Brasil rumo ao pós-neoliberalismo”.

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Detalhes do Livro

Brasil privatizado, O: Um balanço do desmonte do Estado
Autores: BIONDI, Aloysio
Sinopse:

Como se construiu o mito das privatizações? Quais os grupos beneficiados? Por que o Brasil ficou mais pobre depois delas? Um dramático balanço - fartamente documentado - dos resultados que a política de privatização deixou para o país na área social e econômica. Indicado para o Prêmio Jabuti 2000.

 

Dados Técnicos

ISBN:2147483647

Páginas:80

Ano:2003

Edição:2

Idioma:Português

Peso:110




 
 
 

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